domingo, 8 de janeiro de 2012

RESGATE DA AUTO-ESTIMA DO VESTIBULANDO JOÃO

Quando a mãe do João (nome fictício) me ligou disse que o meu trabalho era a última esperança para conseguir ajudar seu filho então com 20 anos e prestando vestibulares para o curso de Medicina Veterinária. A mãe, professora de Física e Matemática em uma escola de Ensino Médio,  complementou dizendo que tinha certeza que o filho dominava muito o conteúdo das matérias do vestibular mas ele não conseguia ser aprovado.
João morava em outro município e viajava cerca de duas horas para chegar a Ijuí, onde ele caminhava mais uns 30 min. para chegar a minha casa. Ao iniciar o trabalho solicitei os índices de aproveitamento obtidos nos últimos vestibulares que havia prestado. Com pesar ele explicou que não possui os índices de acertos nas diferentes matérias do vestibular, pois ele não conseguia sequer ler as questões das provas, tal era o seu nervosismo. O próximo vestibular que ele prestaria seria no final do mês de Julho e, estávamos no inicio do mês de Maio, portanto dispúnhamos de cerca de três meses.
O que poderia fazer pelo João nesses três meses? Lembrei de uma passagem escrita pelo PhD Daniel Golemann em seu livro Inteligência Emocional, onde ele relata o “branco” que lhe aconteceu em uma prova de Matemática, quando estava no ensino Médio. Outro aspecto foi a informação que sua mãe havia passado. Considerando o pouco tempo somado às informações sobre a situação do João, optei em priorizar a reconstrução de sua auto-estima e, em segundo plano revisar conteúdos e prepará-lo para o próximo vestibular.
Iniciamos o trabalho propriamente dito. Expliquei-lhe o processo de resgate das informações pela memória funcional e a interferência das emoções em seu processamento. Sua tarefa ao voltar para casa seria responder questões de vestibulares passados, da mesma universidade, corrigir os seus acertos nos gabaritos, transformar em porcentagem e transpor estes resultados para uma tabela onde constavam todas as matérias que cairiam no vestibular. Este trabalho deveria se feito, preferencialmente em seu quarto, sozinho, em silêncio e sem relógio.
No segundo encontro ele me trouxe seus primeiros resultados e, como eu suspeitava, todos eles com altos índices de acertos. Continuamos na mesma linha de ação. A cada novo encontro o João me trazia novos resultados de exercícios feitos em sua casa. À medida que ele respondia vestibulares passados, estava revisando e fixando conteúdos. Paralelamente construímos uma metodologia de estudo adequada às suas características pessoais e iniciamos uma etapa de extrema importância para o vestibular, compreender o significado de estar em um estado de vigília relaxada e treinar a capacidade de produzir este estado nas mais diferentes situações. Esta habilidade é o instrumento que ele teria, na hora do vestibular para contornar ou amenizar a interferência do nervosismo na hora das provas possibilitando desta maneira, o resgate das informações que seu cérebro possuía.
Num de nossos últimos encontros ele me falou a seguinte frase: “professora, eu sabia que tinha domínio sobre o conteúdo, mas não sabia que era tanto”. A partir daí tinha certeza que a auto-estima havia sido resgatada, ele havia descoberto qual sua real capacidade de desempenho, graças aos exercícios feitos na tranqüilidade de seu quarto, sem sofrer nenhuma pressão.
No nosso último encontro somamos os índices de acertos de cada matéria, fizemos as médias e ele as memorizou. Antes de iniciar as provas ele deveria fazer o exercício de relaxamento que o auxiliaria a entrar num estado de vigília relaxada e lembrar o índice de acertos que havia obtido nesta matéria, quando não estava sob pressão, que era sua real capacidade de desempenho.
João me ligou após o vestibular, estava entre os primeiros colocados no vestibular da UDESC de Santa Catarina para o curso de Medicina Veterinária e, suas aulas iniciariam dentro de alguns dias. Resgatamos a auto-estima e organizamos as emoções envolvidas num vestibular em menos de 90 dias.  





quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

APRENDENDO A APRENDER

O Curso APRENDENDO A APRENDER tem a duração de 10 horas de atendimento individual durante o qual desenvolvemos basicamente três enfoques:
1.     Desenvolvimento de “metodologia de estudo” adequada às características pessoais de exploração sensorial. Uma vez compreendido o processo de utilização sensorial o aluno descobre as inúmeras possibilidades que se apresentam para trabalhar com as informações recebidas na escola ou de qualquer outro meio de informação. Compreende também a importância da “compreensão”  e da “fixação” das informações em sua memória de Longo Prazo. A medida que o aluno compreende a construção da memória também percebe o quanto está errado estudar apenas na véspera das provas.
2.     Melhoria da auto-estima do aluno, da confiança em seu potencial. Isto ocorre à medida que ele vai descobrindo o que sabe e quanto sabe. Estas descobertas ocorrem em uma análise comparativa de sistemas de controle de estudo e dos índices de aproveitamento obtidos, quando está sob pressão e quando não está. Estes sistemas de controle são fundamentais para vestibulandos e concursandos.
3.     Melhoria da concentração através do estudo e da prática de exercícios de relaxamento que induzem à concentração. Para alunos que precisam estar preparados para responder provas de forma eficiente e rápida, ter este recurso na hora da prova é de suma importância.
Aprender a Aprender, é uma ferramenta imprescindível na sociedade competitiva em que vivemos, para qualquer profissional.

UM POUCO DA HISTÓRIA DE HENRIQUE MONTAGNER ZAUK

Formado em Gastronomia e atuando no restaurante de um conceituado hotel da Serra Gaúcha, Henrique Montagner Zauk, hoje com 21 anos, embarca para a Itália no próximo dia 1 de março de 2012. Seu destino é a cidade de Asti onde permanecerá por 6 meses em curso de aperfeiçoamento. Durante 8 meses estudou a língua Italiana que, hoje domina com fluência. Conversando com o Henrique descobrimos seus projetos futuros, aprender Inglês e continuar a se aperfeiçoar em outros cursos de gastronomia Internacional.
Esta seria uma história normal para qualquer jovem de sua idade, mas o Henrique foi diagnosticado portador do Transtorno de Déficit de Atenção – Hiperatividade (TDAH) e, apesar do diagnóstico, hoje é uma pessoa realizada, que faz o que gosta e, com certeza, tem um futuro brilhante pela sua frente.
O que fez com que o Henrique encontrasse o seu caminho, com certeza foi um conjunto de ações que lhe facilitaram passar pelo Ensino Fundamental e Médio. A família foi fundamental nesse processo, pois nunca desistiu em ajudar, em subsidiar, em persistir, para vencer as inúmeras dificuldades. Médicos, Psicólogos, Pedagogos, Professores, especializados no assunto, informados das dificuldades, formaram, em conjunto com a família, uma equipe multidisciplinar que contornou os problemas, amenizando os impactos negativos do TDAH e vislumbrando possibilidades e potencialidades do Henrique.
Em 19 de fevereiro de 2004, forneci para a família o Parecer Descrito e as Sugestões abaixo. Através destes temos uma visão do que consistia a escolaridade do Henrique.

Henrique Zauk
7ª série do Ensino Fundamental

PARECER DESCRITIVO

O Henrique é um menino com Transtorno de Déficit de Atenção – Hiperatividade, diagnosticado e recebendo tratamento médico, psicológico, assessoria pedagógica e aulas particulares.
O tempo em que ele permanece em uma atividade, na maioria das vezes é bastante curto. Entretanto, em certas ocasiões, sua capacidade de concentração é normal, conseguindo estudar e aprender como qualquer criança.
Possui facilidade para realizar atividades práticas, mostrando criatividade para encontrar soluções quando desafiado a executar uma tarefa.
Desenvolve com perfeição o raciocínio lógico-matemático e consegue elaborar raciocínios lingüísticos muito claros para expressar suas idéias, quando sua concentração o permite.
Quando se vê diante de um número muito grande de atividades teóricas se desespera e sua produção cai sensivelmente. Chora com freqüência para fazer os temas, pois se julga incapaz de dar conta de tudo o que lhe é solicitado. Demonstra muita preocupação com relação a seu rendimento escolar e sofre por não conseguir atender satisfatoriamente o que os professores lhe pedem.
É importante mencionar que o Henrique possui uma grande capacidade de conquistar pessoas, de relacionar-se e tem facilidade em comunicar-se. Se solicitado a ajudar em qualquer tarefa que não lhe exija concentração por longo tempo, sempre estará pronto a cooperar.
É amante e observador da natureza, demonstra respeito e carinho pelos animais e plantas. Tem consciência da necessidade de preservação do meio ambiente.
O Henrique já possui sérias lacunas na sua auto-estima, causadas pelas inúmeras dificuldades em sua aprendizagem. Conseguir uma boa nota em uma prova é para ele um desafio muito grande e quando acontece é muito festejada. Entretanto, até o momento, a “escola” lhe deixou mais marcas de sofrimentos e tristezas do que de vitórias a comemorar.
           
Henrique Zauk
7ªs. Ensino Fundamental

SUGESTÕES
Sugiro que sejam fornecidos conteúdos e exercícios em pequenas porções, uma após a outra. Isto auxilia significativamente as crianças hiperativas a vencerem todas as etapas propostas, sem se desesperarem. Elas são capazes de passar por todo o conteúdo quando o recebem em pequenas partes acompanhadas de estímulo e orientações contínuas.  Isto facilita sua concentração.
As crianças hiperativas não deveriam receber um livro, mas sim, a cada aula, uma ou duas páginas do mesmo. Elas não deveriam ter caderno, mas receber folhas com os exercícios impressos bem como acompanhamento para o arquivamento destes conteúdos em pastas, após lidos, sublinhados e respondidos.
Outro fato importante a ser considerado é que os hiperativos têm dificuldades em resgatar informações das aprendizagens anteriores, registradas em seu cérebro. A memória funcional com a qual se efetua este resgate é acionada após a impulsividade. Por isso, a criança hiperativa tem dificuldade em aprender com seus próprios erros.  Isto acarreta uma série de necessidades e comportamentos diferenciados em sala de aula.
Não basta dar uma ordem ou uma instrução uma única vez, é necessário repetí-las continuamente. É preciso chamar sua atenção, orientar e corrigir a todo momento. Quando o hiperativo percebe que tem ao seu lado alguém disposto a orientá-lo sempre que necessário, de forma tranqüila e serena, se sente seguro e isto faz com que seu estudo renda mais e melhor.
Criar possibilidades para explorar os órgãos dos sentidos de formas variadas, podem auxiliar o Henrique a compreender e registrar novas informações. 
Para uma criança hiperativa seria de extrema valia, por exemplo, receber os conteúdos, além de impressos, também gravados.  Se para ela, em determinados momentos é difícil ler e escrever, poderá ser mais fácil e mais agradável ouvir sobre um determinado conteúdo.
Outro instrumento muito rico que pode auxiliar o hiperativo é o computador. É muito cansativo para ele escrever páginas e páginas no caderno, podendo não sê-lo se digitar parte do conteúdo no computador.
A capacidade de aprender de um hiperativo, na maioria das vezes é igual ou maior do que a das outras crianças.
Penso ser necessário e justo oportunizar métodos variados de avaliação para possibilitar uma observação mais ampla das reais aprendizagens do Henrique. Considerando suas dificuldades em se manter concentrado e de lidar com o resgate de informações através da memória funcional, avaliá-lo exclusivamente através do método tradicional de responder provas, poderá ser insuficiente e injusto.
O Henrique necessita da ajuda do professor, sob a forma de estímulos e orientações também durante a avaliação, para que consiga desenvolver um mínimo de concentração. 
É necessário salientar que a criança hiperativa tem necessidade de ser avaliada continuamente.  É importante que toda vez que realizar uma tarefa, receba o parecer imediato do professor. Ela se sentirá estimulada a realizar a próxima ou refazê-la caso estiver errada.
Considero a avaliação continuada da criança hiperativa como um dos principais recursos que o professor dispõe para lidar, com resultados positivos, com a hiperatividade em sala de aula. 
Contato permanente entre cada professor e a família é outro recurso absolutamente indispensável.  Isto servirá de apoio mútuo para encontrar maneiras de superar, gradativamente, as dificuldades que surgirem na educação do Henrique.  Servirá também para que ele se sinta mais seguro, pois todos falarão a mesma linguagem sobre o assunto.
Adultos que convivem com crianças hiperativas precisam aprender a distinguir entre dois comportamentos: quando não executam uma determinada tarefa porque não conseguem ou quando se utilizam de suas dificuldades para fugir do que lhes seria possível realizar.  O contato permanente entre professores e pais auxiliará a ambos terem esta clareza.
Também é importante ter certo cuidado para não expô-lo diante de seus colegas. Quanto mais se puder evitar taxar o Henrique como sendo “diferente”, melhores serão os resultados na construção do seu conhecimento e da sua personalidade. 
Possibilitar momentos em que possa se ausentar da sala de aula, determinando o período em que pode permanecer fora da mesma, será de extrema valia para ele. Sua capacidade de concentração melhorará depois de alguns minutos de “passeio” pelo corredor.
O elogio, o estímulo positivo, o incentivo para que faça “apenas mais um pedacinho da tarefa”, o carinho e a compreensão são, sem margem de dúvida, os melhores instrumentos didáticos para ensinar algo a um hiperativo.
O Henrique, como toda criança hiperativa, necessita de profissionais com os quais mantenha uma relação baseada no afeto. Qualquer pessoa que conviver com ele e souber gostar dele terá, com certeza, conquistado um “grande amigo”.


Parabéns Henrique por todas as vitórias alcançadas e votos de muito, muito sucesso.







domingo, 1 de janeiro de 2012

LEITURA PRODUTIVA


Com freqüência cada vez maior sou procurada por jovens e adultos que desejam melhorar a qualidade de sua leitura. Com o intuito de esclarecer alguns aspectos inerentes a esta dificuldade, descrevo uma síntese do que chamo de “Leitura Produtiva”, que aumenta o número de informações registradas em nosso cérebro, bem como nossa capacidade de construir novos conhecimentos. Um número crescente de pesquisadores coloca que desenvolver estas habilidades mentais significa criar uma herança genética que se transfere aos nossos filhos e netos.
Para tal, devemos, em primeiro lugar, estabelecer um objetivo para a leitura. Ter claro em nossa mente o que desejamos, amplia nossa concentração mental. O segundo aspecto é exercitar-nos, lendo sobre o que nos é muito interessante. Isto amplia nosso conhecimento sobre a área de interesse e é fator facilitador para nossa mente reter uma maior quantidade de idéias. Uma vez criada esta habilidade, podemos nos voltar para áreas subjacentes.
O terceiro passo é destacar as idéias centrais. Assim, ao concluirmos, teremos um “mapa mental” nas páginas do livro e saberemos quais os pontos que nortearam o autor. Na criação deste “mapa mental”, facilitamos à nossa mente o estabelecimento de relações e comparações, o que significa aprender algo novo.
Num quarto passo, sugiro passar este “mapa mental” para um arquivo de seu computador. Em poucas páginas teremos as idéias centrais de um livro. O “trabalho” que desenvolvemos para produzir estas páginas é o que nosso cérebro necessita para registrar as informações contidas no livro e, a partir daí, estabelecer relações e comparações com informações anteriores.
Assim, vamos ampliando nosso conhecimento. A última etapa é retomar algumas vezes o “mapa mental” produzido durante a leitura.  Nosso cérebro precisa receber as informações repetidamente para que ocorra a memorização. Com um maior número de informações incorporadas, ele efetuará mais conexões neuronais e, com isso, ampliará sua capacidade de construir novos conhecimentos.
Desenvolver a capacidade de efetuar Leituras Produtivas, além de ser um treino à nossa capacidade de concentração, leva-nos a obter um alto índice de aprendizagem e desenvolve o prazer de ler e aprender.

Mapas Mentais: recurso para o Ensino Médio, Universitários, Vestibulandos e Concursandos

Quando preciso encontrar um endereço em uma cidade que me é desconhecida, sem ajuda de outra pessoa, com certeza conseguirei me localizar com mais facilidade e mais rapidez se tiver a ajuda de um mapa.  Isto pode se aplicar também à construção do nosso conhecimento, tornando-se um instrumento riquíssimo para nos auxiliar a recordar informações importantes no momento em que delas necessitamos.
Nosso cérebro possui 100 bilhões de células ativas e cada uma pode difundir-se para 20 mil ligações criando uma estrutura idêntica a galhos de uma árvore, ou rodovias interligando cidades. Neste conjunto de ligações neuronais, efetuamos o registro das informações sob a forma de “associações” e “padrões”. Uma boa memória baseia-se na capacidade de ampliar o uso destes instrumentos, registrando as informações em nossa “memória de longo prazo” e, saber trazê-las à nossa mente consciente, quando necessário.
Tudo o que lemos e escrevemos está estruturado de forma linear, palavra após palavra, linha após linha. Em pesquisas realizadas recentemente, pesquisadores provam que o nosso cérebro não trabalha de forma linear. Ele registra as informações recebidas criando intrincadas redes de conexões e a partir delas nossa mente estabelece relações entre idéias, conceitos, imagens etc. A partir desta constatação concluíram que a disposição linear dificulta o estabelecimento de “associações” e a criação de “padrões” que são as maneiras usuais de ativarmos nossa memória.
A criação de MAPAS MENTAIS tem se mostrado um recurso muito importante para superar dificuldades de memorização advindas da organização linear de nossos conteúdos. Na produção do mesmo, estamos criando no mundo externo, de forma concreta, uma estrutura em forma de rede que apresenta semelhanças com a organização neuronal de nosso cérebro.
Produzir um MAPA MENTAL consiste na organização, ao redor do título, disposto no centro de uma folha, dos principais tópicos que desejo registrar em minha mente sobre um determinado assunto. Devemos escrever o mínimo possível. O importante é colocarmos palavras chaves que nos levam à idéia que desejamos registrar. Não escrever todas as palavras na mesma disposição e criar uma rede de ligação entre elas de acordo com a seqüência do assunto. Outro detalhe extremamente rico para nossa memória é, criar símbolos (desenhos) identificando a palavra, a idéia, com uma imagem. Com certeza é muito mais fácil recordarmos de imagens do que de idéias abstratas.
Uma vez criado um MAPA MENTAL temos um instrumento para revisar de forma rápida um grande conjunto de idéias em torno de um assunto. Convém salientar que esta retomada do assunto é de vital importância para fixarmos este conhecimento, transformando-o em um registro em nossa “memória de longo prazo” para poder recordá-lo posteriormente. Fazer esta revisão em cima de conteúdos muito extensos muitas vezes torna-se inviável. Outro aspecto a considerar é que, uma vez criado nosso MAPA MENTAL temos como explorar a nossa visão, pois se o deixarmos afixado em um lugar onde contínuamente entre em nosso “campo visual” também estaremos facilitando o registro desta informação.
Considerando que produzir MAPAS MENTAIS facilita o registro das informações por estarmos reproduzindo a estrutura neuronal de nosso cérebro e, ao mesmo tempo, criando um elemento facilitador para a revisão e para a exploração de nosso campo visual, torna este, um instrumento imprescindível para quem deseja tornar-se um “Estudante Competente”. Recomendamos o mesmo para todos os alunos do ENSINO MÉDIO, VESTIBULANDOS E 3O UNIVERSITÁRIOS, pelos benefícios que o mesmo tem demonstrado dar a quem dele faz uso.